segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Domingo de lazer .
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Reunião de Assembléia
Reunião da Assembleia do dia 06/05/12, na ZF1, onde participaram os alunos da UFAM que começaram os seus projetos junto aos agricultores da AMAR.
terça-feira, 8 de maio de 2012
REUNIÃO DE ASSEMBLÉIA
Reuniram-se em Assembléia, neste último dia 06 de maio, os associados da AMAR - ZF1 que receberam os alunos da UFAM que iniciaram seus estudos junto ao produtores presentes, além do Engenheiro Agrônomo do Comercia Rizadinha, que falou da parceria junto a AMAR.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Pedro Maciel e esposa
Mais uma participação em nossa reunião do nosso ilustre Conselheiro Fiscal Pedro Maciel e sua Janete.
Reunião
Reuniram-se em assembléia neste último domingo dia 01-04-2012, para mais uma reunião ordinária associados da AMAR, estiveram presente entre os sócios, alunos e professores da UFAM, onde foram conhecer a realidade de nossos agricultores e firmar futuras parcerias com eles. Sejam bemvindos !
sexta-feira, 23 de março de 2012
TIPOS DE PISCICULTURA
Extensiva
É aquela praticada em reservatórios, lagos, lagoas e açudes que não foram construídos para o cultivo de peixes, mas para outra finalidade, a exemplo de bebedouro de animais, geração de energia elétrica etc.. Este tipo de piscicultura apresenta os menores índices de produtividade uma vez que a alimentação dos peixes depende da produção natural dos corpos d'água.
A taxa de estocagem utilizada é de um peixe para cada 10 m2.
Semi-intensiva
É a criação de peixes praticada em aguada disponível na propriedade, geralmente viveiro de barragem, e que o homem contribui com alguns melhoramentos a exemplo do enriquecimento da água com adubações - orgânicas ou inorgânicas, visando aumentar a quantidade de alimentos naturais - fitoplâncton e zooplâncton, e com a oferta aos peixes de subprodutos disponíveis na propriedade tais como mandioca, milho, frutas, verduras, etc.
A taxa de estocagem utilizada é de 3 a 5 peixes por m2.
Intensiva
Essa criação é realizada em viveiros projetados especialmente com o fim de se criar peixes. Os viveiros possuem sistema de abastecimento e escoamento controlados e são povoados com peixes de valor comercial, a taxa de estocagem é programada como manda uma criação comercial de alta produtividade e, para aumentar o crescimento dos peixes usa-se, além da fertilização, a ração balanceada. Para a criação ser economicamente viável, a ração deve proporcionar elevada conversão alimentar capaz de promover um crescimento rápido, e o peixe, por sua vez, deve alcançar alto valor de mercado.
Os parâmetros ligados à qualidade da água nos viveiros devem ser monitorados através de equipamentos próprios. Considerando a taxa de estocagem a ser utilizada, necessário se torna a renovação periódica - geralmente à noite - da água do viveiro ou a utilização de aeradores para elevar o nível de oxigênio dissolvido
A produção estimada é de 10.000 a 15.000 kg de peixe por hectare/ano.
Superintensiva
É a criação de peixes realizada em ambientes confinados _ tanques-rede, fabricados de materiais não perecíveis onde uma única espécie de peixe é cultivada em alta densidade de povoamento. Os peixes são alimentados somente com ração balanceada, preferencialmente na forma extrusada.
Os tanques-rede são utilizados em lagos, grandes reservatórios e em rios de pequeno fluxo. As águas desses locais devem ser livres de poluição e bem oxigenadas.
Os tanques-rede de volume inferior a 5m³ são os mais recomendáveis por permitirem troca de água mais eficiente.
Neste tipo de piscicultura cultiva-se peixes de alto valor de mercado, a exemplo da tilápia, não podendo contar com os alimentos naturais da água.
O Brasil, com mais de 5 milhões de hectares de águas represadas, surge como o maior potencial do mundo para esse sistema de cultivo de peixes em água doce.
Para tilápia, a produção estimada varia de 60 a 120 kg/m³.
É aquela praticada em reservatórios, lagos, lagoas e açudes que não foram construídos para o cultivo de peixes, mas para outra finalidade, a exemplo de bebedouro de animais, geração de energia elétrica etc.. Este tipo de piscicultura apresenta os menores índices de produtividade uma vez que a alimentação dos peixes depende da produção natural dos corpos d'água.
A taxa de estocagem utilizada é de um peixe para cada 10 m2.
Semi-intensiva
É a criação de peixes praticada em aguada disponível na propriedade, geralmente viveiro de barragem, e que o homem contribui com alguns melhoramentos a exemplo do enriquecimento da água com adubações - orgânicas ou inorgânicas, visando aumentar a quantidade de alimentos naturais - fitoplâncton e zooplâncton, e com a oferta aos peixes de subprodutos disponíveis na propriedade tais como mandioca, milho, frutas, verduras, etc.
A taxa de estocagem utilizada é de 3 a 5 peixes por m2.
Intensiva
Essa criação é realizada em viveiros projetados especialmente com o fim de se criar peixes. Os viveiros possuem sistema de abastecimento e escoamento controlados e são povoados com peixes de valor comercial, a taxa de estocagem é programada como manda uma criação comercial de alta produtividade e, para aumentar o crescimento dos peixes usa-se, além da fertilização, a ração balanceada. Para a criação ser economicamente viável, a ração deve proporcionar elevada conversão alimentar capaz de promover um crescimento rápido, e o peixe, por sua vez, deve alcançar alto valor de mercado.
Os parâmetros ligados à qualidade da água nos viveiros devem ser monitorados através de equipamentos próprios. Considerando a taxa de estocagem a ser utilizada, necessário se torna a renovação periódica - geralmente à noite - da água do viveiro ou a utilização de aeradores para elevar o nível de oxigênio dissolvido
A produção estimada é de 10.000 a 15.000 kg de peixe por hectare/ano.
Superintensiva
É a criação de peixes realizada em ambientes confinados _ tanques-rede, fabricados de materiais não perecíveis onde uma única espécie de peixe é cultivada em alta densidade de povoamento. Os peixes são alimentados somente com ração balanceada, preferencialmente na forma extrusada.
Os tanques-rede são utilizados em lagos, grandes reservatórios e em rios de pequeno fluxo. As águas desses locais devem ser livres de poluição e bem oxigenadas.
Os tanques-rede de volume inferior a 5m³ são os mais recomendáveis por permitirem troca de água mais eficiente.
Neste tipo de piscicultura cultiva-se peixes de alto valor de mercado, a exemplo da tilápia, não podendo contar com os alimentos naturais da água.
O Brasil, com mais de 5 milhões de hectares de águas represadas, surge como o maior potencial do mundo para esse sistema de cultivo de peixes em água doce.
Para tilápia, a produção estimada varia de 60 a 120 kg/m³.
terça-feira, 13 de março de 2012
CHURRASCO DA AMAR
A churrascada da AMAR-ZF1, com muita descontração e alegria foi até à noite, teve até discurso do Vice-Presidente, canditato a vereador.
CHURRASCO NO SÍTIO DO CHIQUINHO KM 5,5
Reuniram-se a diretoria e membros associados da AMAR neste sábado dia 10 de março de 2012, sob uma lua maravilhosa, no Sitio do Chiquinho, 2º secretário da AMAR, para confraternizarem-se com uma churrascada patrocinada pelo agricultor Francisco Homem, que matou e assou uma porca de 130 kg. Dona Ray e Aracy, comandaram a cozinha, o nosso presidente Delmir, limpou e temperou a porca,confiram as fotos.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Psicultura
O Brasil tem um magnífico potencial hídrico para a produção de peixes. São mais de sete mil quilômetros de costa marítima e dez milhões de hectares de lâmina d’água em reservatórios de usinas hidrelétricas e propriedades particulares. O País possui clima predominantemente tropical (favorável ao rápido crescimento depeixes e demais organismos aquáticos), é autossuficiente na produção de grãos e tem muitas espécies nativas de peixes com potencial para a criação em cativeiro. É necessário, porém, cautela com o otimismo em relação a esses “potenciais”.
A maioria dos recursos aquáticos concentra-se nas regiões Norte e Centro-oeste onde a densidade populacional é baixa e há deficiências de infraestrutura para comércio e transporte.
O brasileiro consome 6,8 kg/ano de peixe, enquanto a média mundial gira em torno de 16 kg/pessoa/ano e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda como ideal 12 kg/pessoa/ano. A tendência mundial de busca de alimento mais saudável reforça a previsão de que há espaço para o crescimento do consumo, tanto no mercado interno quanto externo, indicando aumento da demanda por peixe nas próximas décadas.
Sistemas de produção
Uma das características marcantes da piscicultura brasileira é sua estruturação em pequenas propriedades. Mais de 50% da produção vêm de empreendimentos familiares, com o predomínio da produção em regimes semi-intensivos. Na opinião de especialistas, uma das formas de contribuir para a produção comercial de peixes em larga escala é o apoio por meio de políticas públicas voltadas à capacitação técnica, atendimento à legislação ambiental, acesso ao crédito e a organização em cooperativas ou associações. Já para os pequenos piscicultores, a única saída para conseguir escala de produção, negociar com fornecedores e conquistar o mercado está na sua organização.
No regime intensivo, no qual geralmente está inserida a piscicultura industrial, há somente uma espécie de peixe sendo cultivada em altas densidades. Criações de peixes nesse regime, porém, ainda são relativamente raras, embora seja o sistema em que o País apresenta maior potencial de crescimento. Atualmente, o cultivo de tilápias em tanques-rede é o exemplo mais claro de um regime intensivo de produção empregado no País. Tais cultivos são realizados principalmente em grandes reservatórios da União, como aqueles do rio São Francisco, na região Nordeste, e do rio Tietê, na região Sudeste. O desenvolvimento da piscicultura industrial também abre possibilidades de integração ou associação dos produtores familiares aos grandes empreendimentos. Pode-se dizer que o desenvolvimento da piscicultura industrial no Brasil também é muito importante para o sucesso da piscicultura familiar. Em um país com graves carências de serviço de extensão rural, os grandes empreendimentos têm condições dedesenvolver tecnologias e estudos, a exemplo do que ocorre na avicultura, podendo repassar esse conhecimento aos pequenos produtores.
A maioria dos recursos aquáticos concentra-se nas regiões Norte e Centro-oeste onde a densidade populacional é baixa e há deficiências de infraestrutura para comércio e transporte.
O brasileiro consome 6,8 kg/ano de peixe, enquanto a média mundial gira em torno de 16 kg/pessoa/ano e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda como ideal 12 kg/pessoa/ano. A tendência mundial de busca de alimento mais saudável reforça a previsão de que há espaço para o crescimento do consumo, tanto no mercado interno quanto externo, indicando aumento da demanda por peixe nas próximas décadas.
Sistemas de produção
Uma das características marcantes da piscicultura brasileira é sua estruturação em pequenas propriedades. Mais de 50% da produção vêm de empreendimentos familiares, com o predomínio da produção em regimes semi-intensivos. Na opinião de especialistas, uma das formas de contribuir para a produção comercial de peixes em larga escala é o apoio por meio de políticas públicas voltadas à capacitação técnica, atendimento à legislação ambiental, acesso ao crédito e a organização em cooperativas ou associações. Já para os pequenos piscicultores, a única saída para conseguir escala de produção, negociar com fornecedores e conquistar o mercado está na sua organização.
No regime intensivo, no qual geralmente está inserida a piscicultura industrial, há somente uma espécie de peixe sendo cultivada em altas densidades. Criações de peixes nesse regime, porém, ainda são relativamente raras, embora seja o sistema em que o País apresenta maior potencial de crescimento. Atualmente, o cultivo de tilápias em tanques-rede é o exemplo mais claro de um regime intensivo de produção empregado no País. Tais cultivos são realizados principalmente em grandes reservatórios da União, como aqueles do rio São Francisco, na região Nordeste, e do rio Tietê, na região Sudeste. O desenvolvimento da piscicultura industrial também abre possibilidades de integração ou associação dos produtores familiares aos grandes empreendimentos. Pode-se dizer que o desenvolvimento da piscicultura industrial no Brasil também é muito importante para o sucesso da piscicultura familiar. Em um país com graves carências de serviço de extensão rural, os grandes empreendimentos têm condições dedesenvolver tecnologias e estudos, a exemplo do que ocorre na avicultura, podendo repassar esse conhecimento aos pequenos produtores.
segunda-feira, 5 de março de 2012
ASSEMBLÉIA dia 04-03
REALIZOU-SE NESTE DOMINGO DIA 04-03-2012,, MAIS UMA ASSEMBLÉIA ORDINÁRIA DA AMAR - ZF1.
No decorrer desta semana postaremos fotos do evento.
No decorrer desta semana postaremos fotos do evento.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
ASSEMBLEIA DA AMAR
Reunirão em Assembléia neste último dia 05-02, para discutirem vários assuntos, a diretoria da AMAR-ZF1 e associados. CONVIDAMOS a todos para a próxima reunião dia 04-03-12
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Período de chuvas favorece incidência de doenças em hortaliças
As altas temperaturas do verão trazem consigo excessivas chuvas que influenciam diretamente a produção de hortaliças.Com isso, o clima torna-se uma preocupação para o horticultor, uma vez que proporcionalmente ao aumento das chuvas está a ocorrência de doenças, principalmente em cultivos mais suscetíveis como o de folhosas e solanáceas (tomate, batata, pimentão, etc.).
O pesquisador Ailton Reis, fitopatologista da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), informa que neste período “as perdas nas lavouras de hortaliças podem atingir entre 50-100% devido ao aumento da severidade de doenças foliares, incidência de podridões em frutos, redução na disponibilidade de pólen, queda prematura de flores e aborto de frutos”.
Todavia, se o verão chuvoso traz uma série de riscos para a produção de hortaliças, o mercado compensa com os altos preços praticados nesta época do ano. Além de haver um maior consumo de saladas nesta estação, a dificuldade em ofertar produtos de qualidade, devido às doenças, faz com que os valores mantenham-se em alta.
O pesquisador Carlos Lopes, também fitopatologista da Unidade, ressalta que o fator econômico prevalece, apesar da recomendação técnica para que em tempos de chuva o horticultor opte por produtos mais resistentes ao excesso de umidade. “Na hora de ponderar, o produtor observa que mesmo com o alto risco de perdas, a parte que vai para comercialização obtém preços vantajosos que asseguram o retorno financeiro”, afirma.
Assim, uma vez que escolha correr riscos, o produtor de hortaliças pode adotar o controle integrado para minimizar os impactos negativos na produção. Para Ailton Reis, “é fundamental o uso de mudas e sementes sadias e de variedades com genes de resistência a doenças e tolerância ao excesso de umidade”. Ele também alerta que o uso de híbridos importados, desenvolvidos em clima ameno e com ausência de chuvas intensas, pode trazer um risco adicional para a produção.
Já o pesquisador Lopes indica o cultivo protegido das hortaliças como forma de minimizar os riscos de perdas e obter maiores ganhos. “Embora acarrete um maior custo de produção, o cultivo protegido facilita a colheita de produtos de melhor qualidade”, assevera.
Doenças frequentes
No período chuvoso, os prejuízos originados por doenças bacterianas têm maiores proporções, visto que estes patógenos dependem da água durante os processos de penetração, colonização, infecção e disseminação. Entre as bacterioses mais comuns em hortaliças nesta época estão a canela preta da batata e a mancha bacteriana do tomateiro, da pimenta e da alface.
Em relação às doenças fúngicas, a maior incidência no verão deve-se à diminuição da eficácia dos defensivos químicos que, por conta do excesso de chuva, tem reduzido o período de cobertura das folhas. Além disso, neste período, as condições são mais favoráveis à ocorrência destas doenças, cujas mais frequentes são a mancha-de-septória (alface e tomate) e a pinta-preta e a requeima (batata e tomate).
Quanto aos nematoides, o excesso de chuva aliado às altas temperaturas favorece um ciclo de vida mais rápido e uma disseminação mais acelerada deste patógeno nas áreas de plantação, causando também grandes perdas.
Redução dos danos
Em artigo intitulado “Plantio de hortaliças no período de chuvas requer manejo adequado”, os pesquisadores Ailton Reis e Leonardo Boiteux traçam um panorama sobre as doenças recorrentes em períodos chuvosos e elencam as principais práticas culturais para reduzir os danos ocasionados pela alta incidência de chuvas.
Entre os manejos e práticas sugeridas estão: escolha de sementes sadias, limpeza de implementos e ferramentas, aplicação preventiva de agrotóxicos, escolha criteriosa da área de cultivo, utilização de canteiros mais altos, rotação de cultura, entre outros.
O pesquisador Ailton Reis, fitopatologista da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), informa que neste período “as perdas nas lavouras de hortaliças podem atingir entre 50-100% devido ao aumento da severidade de doenças foliares, incidência de podridões em frutos, redução na disponibilidade de pólen, queda prematura de flores e aborto de frutos”.
Todavia, se o verão chuvoso traz uma série de riscos para a produção de hortaliças, o mercado compensa com os altos preços praticados nesta época do ano. Além de haver um maior consumo de saladas nesta estação, a dificuldade em ofertar produtos de qualidade, devido às doenças, faz com que os valores mantenham-se em alta.
O pesquisador Carlos Lopes, também fitopatologista da Unidade, ressalta que o fator econômico prevalece, apesar da recomendação técnica para que em tempos de chuva o horticultor opte por produtos mais resistentes ao excesso de umidade. “Na hora de ponderar, o produtor observa que mesmo com o alto risco de perdas, a parte que vai para comercialização obtém preços vantajosos que asseguram o retorno financeiro”, afirma.
Assim, uma vez que escolha correr riscos, o produtor de hortaliças pode adotar o controle integrado para minimizar os impactos negativos na produção. Para Ailton Reis, “é fundamental o uso de mudas e sementes sadias e de variedades com genes de resistência a doenças e tolerância ao excesso de umidade”. Ele também alerta que o uso de híbridos importados, desenvolvidos em clima ameno e com ausência de chuvas intensas, pode trazer um risco adicional para a produção.
Já o pesquisador Lopes indica o cultivo protegido das hortaliças como forma de minimizar os riscos de perdas e obter maiores ganhos. “Embora acarrete um maior custo de produção, o cultivo protegido facilita a colheita de produtos de melhor qualidade”, assevera.
Doenças frequentes
No período chuvoso, os prejuízos originados por doenças bacterianas têm maiores proporções, visto que estes patógenos dependem da água durante os processos de penetração, colonização, infecção e disseminação. Entre as bacterioses mais comuns em hortaliças nesta época estão a canela preta da batata e a mancha bacteriana do tomateiro, da pimenta e da alface.
Em relação às doenças fúngicas, a maior incidência no verão deve-se à diminuição da eficácia dos defensivos químicos que, por conta do excesso de chuva, tem reduzido o período de cobertura das folhas. Além disso, neste período, as condições são mais favoráveis à ocorrência destas doenças, cujas mais frequentes são a mancha-de-septória (alface e tomate) e a pinta-preta e a requeima (batata e tomate).
Quanto aos nematoides, o excesso de chuva aliado às altas temperaturas favorece um ciclo de vida mais rápido e uma disseminação mais acelerada deste patógeno nas áreas de plantação, causando também grandes perdas.
Redução dos danos
Em artigo intitulado “Plantio de hortaliças no período de chuvas requer manejo adequado”, os pesquisadores Ailton Reis e Leonardo Boiteux traçam um panorama sobre as doenças recorrentes em períodos chuvosos e elencam as principais práticas culturais para reduzir os danos ocasionados pela alta incidência de chuvas.
Entre os manejos e práticas sugeridas estão: escolha de sementes sadias, limpeza de implementos e ferramentas, aplicação preventiva de agrotóxicos, escolha criteriosa da área de cultivo, utilização de canteiros mais altos, rotação de cultura, entre outros.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
ADUBAÇÃO EM ORQUÍDEAS
Adubo líquido químico
Composição:
Macronutrientes: NPK 10-8-8
Micronutrientes: Ca-1,0,/ Mg- 0,5/ S- 2,0/ Zn -1,0/ B- 0,5/ Mn-0,5/ Fe-0,1/ Cu-0,2/Mo-0,1
Modo de Usar
Recomenda-se aplicações semanais na quantidade de 0,5 ml ou 16 gotas, diluídas em 1 litro de água. Aconselha-se antes das regas com o adubo, sempre dar uma “boa molhada” nas plantas e seus substratos, para livrá-las dos acúmulos de sais.
Adubo Organomineral
Composição
Macronutrientes: NPK 6-6-4,4
Micronutrientes: Zinco, Boro, Cobre, Ferro, Manganês, Molibdênio, Cobalto.
Complementos: Matéria orgânica (mineral e animal)
Modo de Usar
Recomenda-se a utilização do adubo organomineral a cada l,5 à 2 meses. Deve-se colocar o equivalente a medida de uma tampinha de refrigerante descartável, ao lado ou atrás da planta (lado oposto ao broto novo). A medida recomendada aplica-se em vasos com o tamanho da boca de 14 cm. Vasos maiores ou menores deve-se adequar a dose.
Vantagens da aplicação do Adubo Organomineral NPK 6-6-4,4
Todos os macro e micronutrientes, e mais seus complementos, estão dosados de forma extremamente equilibrada (resultado de pesquisa de vários anos). Resulta daí, uma ótima metabolização pela planta, que não sofre com carências de nutrientes e nem tem seu crescimento forçado por um NPK muito alto.
Temos registrado, com o uso constante deste adubo, orquídeas florescendo de 2 a 3 anos antes C
Cuidados no Uso
Este adubo pode apresentar, tanto na embalagem, quanto após seu uso no vaso, um bolor branco (fungo ), que não prejudica a planta, é normal e traz inclusive benefícios, ajudando na metabolização dos nutrientes. Este bolor branco (fungo) desaparecerá em aproximadamente 2 semanas.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Podio das frutas
As mais energéticas: açaí (495 kcal em 1 tigela pequena), abacate (235 kcal em 1/2 unidades), caqui (90 kcal por unidade) e figo (90 kcal por 3 unidades)
As menos energéticas: melão (20 kcal em 1 fatia) e pêssego (25 kcal em 1 unidade)
As mais ricas em fibras: açaí (35 g em uma tigela pequena) e goiaba (10 g em 1 unidade)
As mais ricas em carotenóides: manga (3600 mcg em 1 unidade), caqui (1800 mcg em 1 unidade)
As mais ricas em vitamina E: abacate (230 mg em 1/2 unidade), açaí (90 mg em 1 tigela pequena)
As mais ricas em potássio: banana (350 mg em 1 unidade) e uva (296 mg em 1 xícara)
As mais ricas em vitamina C: goiaba (370 mg em 1 unidade) e morango (110 mg em 1 xícara)
As mais ricas em cálcio: açaí (236 mg em 1 tigela pequena) e tangerina (40 mg em 1 unidade)
As mais ricas em magnésio: abacate (100 mg em 1/2 unidade) e banana (30 mg em 1 unidade)
As mais ricas em ferro: açaí (25 mg em 1 tigela pequena) e amora (5 mg em 1 copo médio)
As menos energéticas: melão (20 kcal em 1 fatia) e pêssego (25 kcal em 1 unidade)
As mais ricas em fibras: açaí (35 g em uma tigela pequena) e goiaba (10 g em 1 unidade)
As mais ricas em carotenóides: manga (3600 mcg em 1 unidade), caqui (1800 mcg em 1 unidade)
As mais ricas em vitamina E: abacate (230 mg em 1/2 unidade), açaí (90 mg em 1 tigela pequena)
As mais ricas em potássio: banana (350 mg em 1 unidade) e uva (296 mg em 1 xícara)
As mais ricas em vitamina C: goiaba (370 mg em 1 unidade) e morango (110 mg em 1 xícara)
As mais ricas em cálcio: açaí (236 mg em 1 tigela pequena) e tangerina (40 mg em 1 unidade)
As mais ricas em magnésio: abacate (100 mg em 1/2 unidade) e banana (30 mg em 1 unidade)
As mais ricas em ferro: açaí (25 mg em 1 tigela pequena) e amora (5 mg em 1 copo médio)
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
MATERIAL ESCOLAR
RECEBEMOS DAS ESCOLAS IDAAM, DOAÇÃO DE MATERIAL ESCOLAR PARA AS CRIANÇAS DA NOSSA ASSOCIAÇÃO. MUITO OBRIGADA AO DIRETOR DANIEL FREGAPANI.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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